USINAGEM E FABRICAÇÃO DE PEÇAS INDUSTRIAIS

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Feimafe 2015 refletiu momento econômico do País

Realizada em meio a um momento econômico delicado, repleto de incertezas e com redução do nível de atividade industrial, a Feimafe 2015 teve dois momentos distintos. O primeiro, na segunda e terça-feira, de baixíssimo movimento, que deixou os expositores seriamente preocupados com os rumos da indústria nos próximos meses, abrindo espaço para reflexões e comentários carregados de pessimismo pelos corredores e estandes.

E um segundo momento, iniciado na quarta-feira, marcado por um aumento no número de visitantes (embora não no volume desejado pelos expositores), em boa parte formado por empresários e tomadores de decisão que demonstravam real interesse em adquirir máquinas e equipamentos, ainda que não no curto prazo.

Essa mudança trouxe certo alívio para alguns expositores, especialmente os do setor de máquinas, acostumados a fechar negócios na feira. Ou como observou um desses expositores: “essa feira está nos mostrando que existem oportunidades de negócios no País, incluindo a retomada de alguns projetos que haviam sido engavetados”. Para ele, a Feimafe, apesar de não ter trazido resultados imediatos, ao menos ofereceu uma perspectiva mais positiva para o futuro.

“O menor número de visitantes reflete o momento da economia brasileira”, observou Heinz Verfurth, diretor-geral da DMG Mori do Brasil. “Porém, vieram ao nosso estande pessoas com intenção de compra, com visão de investimento, especialmente para ficar mais competitivos e preparados para a retomada, com menor custo por peça”. Um ponto positivo, segundo o executivo, foi que a empresa conseguiu fechar negócios, a grande maioria envolvendo máquinas de alta tecnologia, como as de 5 eixos e multitarefas. Embora os resultados obtidos na feira tenham superado sua expectativa, frisou que “dois anos atrás esse resultado não me deixaria satisfeito”.

“A feira estava mais calma que o usual, refletindo a situação da economia do País”, afirmou Luiz Cassiano Rosolem, CEO da Romi. “Estamos aqui atingindo o objetivo de estar próximo dos clientes nesse momento. Talvez porque nossa expectativa era muito baixa, o volume de negócios fechados na feira está acima do esperado”.

“Fiquei surpreendido com a qualidade da visitação. Não esperava um estande tão animado”, comentou Carlos Ibrahim, diretor da Makino do Brasil. Na sua avaliação, as empresas que estão com projetos mandaram representantes à feira. “O pessoal não está parado. As grandes empresas estão com projetos para o futuro, mas também recebemos empresas de pequeno e médio portes”, disse, acrescentando que tinha boas perspectivas de fechamento de negócios na semana seguinte à feira.

“Achávamos que na feira iriam aparecer mais oportunidades de negócios”, disse Francisco Nakazone, gerente de Vendas da Mazak Sulamericana. “Ficou abaixo esperado”. O gerente informa que a empresa fechou vendas na feira, mas não no nível alcançado na Feimafe 2013 ou na Mecânica 2014.

Para Dirk Huber, diretor da Junker do Brasil, o movimento esteve abaixo do esperado, “o que é compreensível diante da crise econômica”. Destacou, porém, que estabeleceu contatos e iniciou negociações com vistas a projetos que devem ser iniciados no quarto trimestre. “Apesar de tudo, consideramos a feira boa”.

Wilson Borgerth, diretor Comercial do Grupo Bener, informou ter recebido no estande clientes interessados em todos os tipos de máquinas que a empresa oferece, das mais simples às mais sofisticadas. “Fechamos negócios aqui, mas um diagnóstico mais preciso dependerá do pós-feira, as duas semanas em que iremos correr atrás dos contatos estabelecidos aqui”, observou. “Posso dizer que estamos satisfeitos com a feira, que até superou a nossa expectativa que já era levemente otimista”.

Para Leopoldo Schenk, diretor-geral da Index Tornos Automáticos, “a feira foi fraca, se comparada aos anos anteriores, mas não tão ruim como se esperava”. Em sua avaliação, os clientes que foram ao estande em geral tinham uma ideia ou projeto para discutir. “No que se refere à qualidade dos contatos, superou a expectativa”.

Ennio Crispino, diretor da Doosan, também se disse surpreendido com a feira, diante da baixa expectativa que se tinha antes do início do evento. Em sua avaliação, as visitas ao estande demonstraram que existem oportunidades de negócios no mercado, “com empresas que vieram ao evento para comprar ou sinalizando que farão isso em breve”. Crispino disse que a feira também serviu para confirmar a crescente procura, mesmo entre as pequenas e médias empresas, por máquinas com soluções de automação, como a carga e descarga com o emprego de robôs.

 

Fonte: usinagem-brasil.com.br

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